Bem Vindo!

POLIFENÓIS DA MAÇÃ (30 cápsulas)

Seja o primeiro a comentar este produto

Disponibilidade: Esgotado

R$44,00

Descrição Rápida


- Composto antioxidante
- Atenuante dos sintomas da menopausa
- Estimulador de osteoblastos
- Adjuvante no gerenciamento de peso

** Foto meramente ilustrativa
POLIFENÓIS DA MAÇÃ (30 cápsulas)

Detalhes

* Nota: Embora os estudos apontem esses resultados, a resposta pode variar de pessoa para pessoa. 

 

Por que POLIFENÓIS DA MAÇÃ é diferenciado e completo?

 

Os polifenóis que compõe POLIFENÓIS DA MAÇÃ são responsáveis por esse produto ser tão diferenciado e completo. A maçã é composta por quercetina e seus glicosídeos, ácido cumárico, ácido cafeico, ácido clorogênico, procianidinas, catequinas, ou seja, substâncias com alto poder antioxidante e com estudos amplos sobre suas propriedades terapêuticas. A maçã é conhecida tradicionalmente como detoxificante, capaz de revitalizar o corpo.

 

Estudos afirmam que o consumo regular de maçãs ou de alimentos a base de maçã, reduzem o risco de alguns tipos de cânceres, diminuem o risco de doenças cardiovasculares, podem ser adjuvante no tratamento de diabetes e mais recentemente, descobriu-se os benefícios de polifenóis da maçã tanto na prevenção da osteoporose quanto no alívio dos sintomas da menopausa.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ e a Pele

 

Todos sonham com a pele e a aparência que tinham aos 20 anos. Nessa idade, a pele não apresenta rugas, tem coloração uniforme, textura e firmeza pois ainda não sofreu o desgaste causado pelo tempo. Mas com o passar dos anos, sofremos alterações nos níveis hormonais, o que ocasiona redução dos níveis de colágeno favorecendo o aparecimento de rugas e tornando a pele fina e manchada 2,3, principalmente nas mulheres.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ é rico em antioxidantes que auxiliam na diminuição de manchas podem influenciar positivamente na síntese de colágeno.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ, o estresse oxidativo e a atividade anti-neoplásica

 

Além do envelhecimento intrínseco da pele muitos estudos destacam a ação do envelhecimento extrínseco, por ser mais agressivo com pele, dado que o envelhecimento intrínseco ocorre por igual em todos os órgãos e o extrínseco castiga a pele com mais rigor. Fatores como poluição, mudanças climáticas e a exposição excessiva ao sol sem proteção, aceleram o processo de envelhecimento.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ combate de maneira eficaz o estresse oxidativo, devido ao seu alto índice ORAC e a alta biodisponibilidade de seus polifenóis.

 

Em relação à neoplasia, estudos apontam que a quercetina é capaz de impedir a proliferação de células tumorais, tornando o POLIFENÓIS DA MAÇÃ, um adjuvante extremamente interessante na terapia anti-neoplásica. Além disso, existem estudos que afirmam que o ácido clorogênico, também é capaz de inibir a proliferação de algumas células tumorais, além de ter atividade antioxidante.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ, o gerenciamento de peso e outras desordens metabólicas

 

É importante ressaltar que o envelhecimento, implica na maioria dos casos, em ganho de peso tanto em mulheres como em homens. A gordura excedente da dieta que se acumula nos adipócitos, pode causar complicações mais sérias que a questão meramente estética, como é o caso de uma série de desordens cardiovasculares e metabólicas.

 

Estudos afirmam que os polifenóis da maçã, podem prevenir e atenuar a aterosclerose 9, o que faz de POLIFENÓIS DA MAÇÃ um agente eficaz na redução de um mal que afeta boa parte da população mundial.

 

Ainda pensando em acúmulo de gordura, POLIFENÓIS DA MAÇÃ impede, por meio da quercetina e da floridizina, que os pré-adipócitos se diferenciem, evitando assim que eles se tornem capazes de armazenar gordura.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ é também um adjuvante no tratamento do diabetes. Estudos realizados in vivo com mais de 10 mil pessoas, atribuem considerável diminuição na glicemia e no risco de diabetes tipo II, relacionada ao consumo regular de maçãs e seus derivados. Além disso, estudos afirmam que a floridizina é inibidor competitivo da glicose, diminuindo assim sua absorção.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ, a osteoporose e a menopausa

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ atua de maneira eficaz na osteoporose e na menopausa.

 

A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela redução de massa óssea aumentando a fragilidade dos ossos e o risco de fraturas. Os osteoclastos responsáveis pela reabsorção óssea aumentam em relação aos osteoblastos, responsáveis pela formação de novas células nos ossos. Como na menopausa, a diminuição dos níveis de estrogênio, aumenta as chances do aparecimento da osteoporose, existe a necessidade de opções terapêuticas que combatam tanto a osteoporose quanto a redução dos níveis estrogênicos.

 

Estudos demonstram que a deficiência de estrogênio decorrente da menopausa atua neste processo de perda de densidade óssea de forma negativa, aumentando ainda mais as chances do aparecimento da osteoporose. Esse mecanismo, demonstrado abaixo na figura 1, exemplifica o desgaste dos ossos e como o corpo repõe as células perdidas. Na osteoporose esse mecanismo fica descompensado, pois há mais osteoclastos desgastando os ossos do que osteoblastos criando novas células ósseas.


 

Fig.1 - Ciclo de vida das células ósseas

 

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ é rico em quercetina que vem sendo apontada como um flavonóide capaz de estimular a produção de osteoblastos e diminuir a ação dos osteoclasto, conforme ilustra a figura 1.

 

POLIFENÓIS DA MAÇÃ, se incorporado ao tratamento dos que sofrem de osteoporose, significa aumento de eficácia na terapia. Além disso, a quercetina possui poder antiinflamatório, o que auxilia inclusive o paciente que sofre de artrite reumatóide ou reumatismo, moléstias que muitas vezes coexistem com a osteoporose.

 

Como a menopausa e a pós-menopausa aumentam a prevalência da osteoporose, POLIFENÓIS DA MAÇÃ alia além do combate a osteoporose, a capacidade de aumentar absorção de um dos fitoestrógenos mais utilizados atualmente como alternativa à terapia hormonal tradicional: a isoflavona. Estudo recente afirma que o consumo de floridizina, que ocorre naturalmente com o consumo de maçãs, é capaz de aumentar a absorção de genistina. O aumento na absorção observado nesse estudo foi da ordem de 17,2%, o que levou a conclusão de que a combinação entre floridizina e genistina é muito promissora.

 

Mecanismo de ação

 

No combate aos danos causados por radicais livres

 

- POLIFENÓIS DA MAÇÃ é rico em substâncias de alto poder antioxidantes capazes de deter a ação dos radicais livres .

 

No gerenciamento de peso

 

- Impede a diferenciação dos adipócitos, impedindo que eles armazenem lipídeos, reduz o risco de doenças cardiovasculares e pode ser adjuvante no tratamento do diabetes.

 

Na osteoporose e na menopausa

 

- Estimula a produção de osteoblastos, diminui a quantidade de osteoclastos e aumenta a absorção de genistina, tornando extremamente interessante sua associação à isoflavonas de soja, terapia altamente difundida no tratamento nos efeitos da menopausa.

 

Indicações

 

Como adjuvante no alívio dos sintomas da menopausa;

Combate aos radicais livres e aos efeitos do estresse oxidativo;

Como adjuvante em dietas de emagrecimento;

Como adjuvante no tratamento da osteoporose;

Como adjuvante no tratamento de diabetes e doenças cardiovasculares.

 

Reações adversas

 

Não encontramos em nossos estudos quaisquer relatos de reações adversas. No entanto é sempre recomendável verificar se o paciente tem conhecimento prévio de sensibilidade a qualquer componente do insumo descrito.

 

Contra-indicações

 

Não encontramos em nossos estudos quaisquer relatos sobre contra-indicações.

 

Composição

 

Extrato de maçã normalizado a 40% de polifenóis totais 100mg

Frasco com 30 cápsulas

 

Modo de usar

 

Tomar 1 cápsula ao dia.

 

Toxicidade

 

Não foram encontrados estudos sobre a toxicidade e/ou mutagenicidade do produto.

 

_________________________________________________________________________________________

 

Referências Consultadas

 

1 – BOYER,J; LIU,R. H. Apple phytochemicals and their health benefits. Nutrition Journal, v. 3, n. 5, may, 2004, p. 1-15.

2 – LANDON, S. The Apple report: a nutritional and health review, april, 2008, p. 1-11. Disponível em: < http://www.oneadaysuperfood.com.au/resources/media_centre/releases/Apple_report.pdf >. Acessado em: 15 abr. 2009.

3 – BATISTELA, M. A.; CHORILI, M.; LEONARDI, G. L. Abordagens no estudo do envelhecimento cutâneo em diferentes etnias. Revista Brasileira de Farmácia, v. 88, n. 2, 2007, p.59-62.

4 – VAL DE VIRE BIOACTIVES - Informativo fornecido pelo fabricante. 2008

5 – GUARATINI, T. et al. Antioxidantes na manutenção do equilíbrio redox cutâneo: uso e avaliação de sua eficácia. Química Nova, v. 30, n. 1, 2007, p. 206-213.

6 – LAROCCA, L. M. et al. Growth-inhibitory effect of quercetin and presence of type II estrogen binding sites in primary human transitional cell carcinomas. Journal of Urology, v. 152, n. 3, sep., 1994, p. 102-1033.

7 – PIANTELLI, M. et al. Type II estrogen binding sites and antiproliferative activity of quercetin in human meningiomas. Cancer, v. 71, n.1, jan., 1993, p.193-198.

8 – FENG, R. et al. Inhibition of activator protein-1, NF-kappaB, and MAPKs and induction of phase 2 detoxifying enzyme activity by chlorogenic acid. The Journal of Biological Chemistry, v.280, n. 30, jul., 2005, p.27888-27895.

9 – AUCLAIR, S. et al. Apple polyphenols and fibers attenuate atherosclerosis in alipoprotein E-deficient mice. Journal of Agriculture and Food Chemistry, v. 56, n. 14, 2008, p. 5558-5563.

10 – IWASHITA, K.; YAMAKI,K.; TSUSHIDA,T. Effect of Flavonoids on the Differentiation of 3T3-L1 Adipocytes. Food Science Technology Research, v. 7, n. 2, 2001, p.154–160.

11 – KNEKT, P. et al. Flavonoid intake and risk of chronic diseases. American Journal of Clinical Nutrition, v.76, 2002, p.560–568.

12 – OLIVEIRA, M. C.; SICHIERI, R.; MOURA, A. S. Weight loss associated with a daily intake of three apples or three pears among overweight women. Nutrition, v. 19, n. 3, 2003, p.253–256.

13 – WALLE, T. The β-D-glucoside and sodium-dependent glucose transporter 1 (SGLT1) - inhibitor phloridzin is transported by both SGLT1 and multidrug resistance-associated proteins 1/2. Drug, metabolism and Disposition, v. 31, n. 11, 2003, p. 1288-1291.

14 – PROUILLET, C. et al. Stimulatory effect of naturally occurring flavonols quercetin and kaempferol on alkaline phosphatase activity in MG-63 human osteoblasts through ERK and estrogen receptor pathway. Biochemical Pharmacology, v.67, 2004, p.1307–1313.

15 – McGARTLAND, C. P. et al. Fruit and vegetable consumption and bone mineral density: the Northern Ireland Young Hearts Project. American Journal of Clinical Nutrition, v.80, 2004, 1019–1023.

16 – WATTEL, A. et al. Flavonoid quercetin decreases osteoclastic differentiation induced by RANKL via a mechanism involving NFB and AP-1. Journal of Cellular Biochemistry, v.92, n.2, apr., 2004, p.285–295.

17 – NOTOYA, M. et al. Quercetin, a flavonoid, inhibits the proliferation, differentiation, and mineralization of osteoblasts in vitro. European Journal of Pharmacology, v. 485, n.1-3, feb., 2004, p.89-96.

18 – COMALADA, M. et al. In vivo quercetrin anti-inflammatory effect involves release of quercetin, which inhibits inflammation through down-regulation of the NFB pathway. European Journal of Immunology, v. 35, 2005, p.584-592.

19 – ROSS, C. M. et al. Quercetin, fruit consumption, and bone mineral density. American Journal of Clinical Nutrition, v.81, n.5, 2005, p.1176–1181.

20 – COSTA-PAIVA, L. et al. Prevalência de Osteoporose em Mulheres na Pós-menopausa e Associação com Fatores Clínicos e Reprodutivos. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 25, n. 7, 2003, p.507-512.

21 – WALLW, T. Absorption and metabolism of flavonoids. Free Radical Biology and Medicine, v. 36, n. 7, 2004, p. 829–837.

22 – STEENSMA, A. Bioavailability of genistein and its glycoside genistin. Tese de doutorado apresentada na Wageningen University, Holanda em 2006.162 p.

23 – ANDLAUER, W.; KOLB, J.; FÜRST, P. Phloridzin improves absorption of genistin in isolated rat small intestine. Clinical Nutrition, v.23, n. 5, 2004, p.989-995.

 

Consulte o farmacêutico

"Não se trata de propaganda e sim descrição do produto, consulte sempre um especialista"

Produto manipulado

 

 


Você pode também estar interessado nos seguintes produtos

CISSUS QUADRANGULARIS 150mg + CITRUS AURANTIUM 500mg (60 cápsulas)

CISSUS QUADRANGULARIS 150mg + CITRUS AURANTIUM 500mg (60 cápsulas)

R$111,00
COMPOSTO NÃO-HORMONAL PARA MENOPAUSA (60 cápsulas)

COMPOSTO NÃO-HORMONAL PARA MENOPAUSA (60 cápsulas)

De: R$67,50

Por: R$60,00

COENZIMA Q10 100mg (60 cápsulas)

COENZIMA Q10 100mg (60 cápsulas)

R$97,00
PQQ (30 cápsulas)

PQQ (30 cápsulas)

R$139,90

Tags do Produto

Utilize espaços para separar tags. Utilize aspas simples (') para frases.

Razão Social: Acácia de Americana Farmácia e Manipulação Ltda-ME
Nome Fantasia: Acácia Farmácia de Manipulação
CNPJ: 04.641.236/0001-68
I.E.: 165.309.985.110
Horário de funcionamento: Seg a Sex: 8:00h as 18:00h Sab: 8:00h as 12:00h
Tel.: (19) 3406-1227

Farmacêutica responsável: Emanuela dos Santos Fajardo Manzi (CRF.: 21749)
Farmacêutica co-responsável: Roberta de Almeida Travassos (CRF.: 38484)

Autorização Especial AE.: 1.36069.9
Autorização de Funcionamento AFE.: 0.09597.1
Licença Municipal.: 350160801-477-000067-1-8
Certidão de Regularidade CRF.: 37141

Portal da ANVISA: http://portal.anvisa.gov.br
Consulta de CRF: http://www.crfsp.org.br

Os medicamentos sob prescrição só serão dispensados mediante apresentação da receita ou envio por fax ou e-mail.
É proibido comercializar medicamentos controlados por meio remoto.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.